Terça-feira, 19 de Maio de 2009
VIVALDI OU SÃO CAETANO?
Segunda-feira, 27 de Abril de 2009
PAGANINE JOGANDO TENIS E TOCANDO EM CÂMARA LENTA
Quarta-feira, 22 de Abril de 2009
Domingo, 19 de Abril de 2009
SCHUBERT LIEDER
Robert Schumann (1810-1856)- Piano Concerto in A Minor, op. 54, Johannes Brahms (1833-1896) - Piano Concerto nº 1, in D Minor, op. 15 | P. Q. P. Bach#comment-20045
Domingo, 5 de Abril de 2009
BRAHMS SONATA
Sábado, 4 de Abril de 2009
Johannes Brahms (1833-1896) - Violin Concerto in D major, Op. 77, Sonata for Violin & Piano No. 3 in D minor, Op. 108 | P. Q. P. Bach#comment-19060
Domingo, 29 de Março de 2009
Caiu na Rede é Peixe | P. Q. P. Bach#comment-18411
Sábado, 28 de Março de 2009
Terça-feira, 24 de Março de 2009
Quarta-feira, 11 de Março de 2009
YouTube - Jacqueline du Pré - Forellenquintett
Terça-feira, 10 de Março de 2009
Segunda-feira, 9 de Março de 2009
Stravinsky Conducts Stravinsky, Vol. 9 e Vol. 10 | P. Q. P. Bach#comment-17307
Domingo, 8 de Março de 2009
Paul Hindemith (1895 - 1963): Symphonia Serena / Harmonie der Welt | P. Q. P. Bach#comment-17281
Richard Strauss - Also Sprach Zarathustra, Don Juan | P. Q. P. Bach#comment-17279
Terça-feira, 17 de Fevereiro de 2009
F. Chopin (1810 - 1849): Noturnos, com o Deus do piano | P. Q. P. Bach#comment-16334
Sábado, 14 de Fevereiro de 2009
John Cage (1912-1992): 4`33 | P. Q. P. Bach#comment-16186#comment-16186#comment-16186
Sexta-feira, 13 de Fevereiro de 2009
John Cage (1912-1992): 4`33 | P. Q. P. Bach#comments#comments#comments
Segunda-feira, 9 de Fevereiro de 2009
John Cage (1912-1992): 4`33 | P. Q. P. Bach#comment-15832#comment-15832#comment-15832
Domingo, 8 de Fevereiro de 2009
John Cage (1912-1992): 4`33 | P. Q. P. Bach#comment-15797#comment-15797#comment-15797
John Cage (1912-1992): 4`33 | P. Q. P. Bach#comment-15793#comment-15793#comment-15793
John Cage (1912-1992): 4`33 | P. Q. P. Bach#comment-15783#comment-15783#comment-15783
J. S. Bach (1685-1750): Várias obras para teclado com… ahhhh | P. Q. P. Bach#comment-15785
Sábado, 7 de Fevereiro de 2009
J. S. Bach (1685-1750): Várias obras para teclado com… ahhhh | P. Q. P. Bach#comment-15716
Quinta-feira, 5 de Fevereiro de 2009
Tielman Susato (c. 1510/15 – depois de 1570): Danserye 1551 | P. Q. P. Bach#comments
Domingo, 1 de Fevereiro de 2009
Claude Debussy (1862-1918) - Obras Orquestrais (Nocturnes, La Mer, Prélude A L’Après-Midi D’Un Faune, etc.) | P. Q. P. Bach#comment-15454
W. A. Mozart (1756-1791): Requiem and Church Sonatas | P. Q. P. Bach#comment-15450
Quinta-feira, 29 de Janeiro de 2009
Duas explicações arrasadoras - ainda que humildes, improvisadas, até parecendo inseguras - sobre Bach e Brahms… | P. Q. P. Bach#comment-15328
Arnold Schoenberg (1874 - 1951): Concerto for string quartet & orchestra (after Handel’s Concerto Grosso, Op.6/7) | P. Q. P. Bach#comment-15324
Eli-Eri Moura (1963) – Réquiem contestado | P. Q. P. Bach#comment-15315
Segunda-feira, 26 de Janeiro de 2009
Terça-feira, 20 de Janeiro de 2009
F. Chopin (1810 - 1849) / F. Liszt (1811 - 1886) / R. Schumann (1810 - 1856): Peças para piano com Hélène Grimaud… ahhhhh… | P. Q. P. Bach#comment-14849
Sábado, 3 de Janeiro de 2009
Guilherme Bauer (1940) - Partita Brasileira e outras obras | P. Q. P. Bach#comments
Sexta-feira, 26 de Dezembro de 2008
Sergei Rachmaninov (1873 – 1943): The Isle of the Dead, Op.29 / Symphonic Dances, Op.45 | P. Q. P. Bach
Sexta-feira, 12 de Dezembro de 2008
Elliott Carter (1908) - 100 anos hoje e vivo! / Edgar Varèse (1883-1965) | P. Q. P. Bach
Quarta-feira, 10 de Dezembro de 2008
J. S. Bach (1685-1750): A Arte da Fuga, BWV 1080 (enviado pelo Dr. Cravinhos) | P. Q. P. Bach#comment-12641
Terça-feira, 9 de Dezembro de 2008
J. S. Bach (1685-1750): A Arte da Fuga, BWV 1080 (enviado pelo Dr. Cravinhos) | P. Q. P. Bach#comment-12602
Sábado, 6 de Dezembro de 2008
Audições Brasileiras - blog-clipping: Sobre as orquestras jovens pernambucanas
Quarta-feira, 3 de Dezembro de 2008
Marlos Nobre (1939) - Selección sonora | P. Q. P. Bach#comments
Terça-feira, 2 de Dezembro de 2008
Ludwig van Beethoven (1770-1827) - Sinfonia nº 9, em D Menor, op.125 | P. Q. P. Bach#comment-12327
Segunda-feira, 1 de Dezembro de 2008
Domingo, 30 de Novembro de 2008
W. A. Mozart (1756-1791): As Sonatas para Piano (Completas) - The Pianista Mozartiano`s Files | P. Q. P. Bach#comment-12277
Arnold Schoenberg (1874 - 1951): Pierrot Lunaire, Bach BWV 552 | P. Q. P. Bach#comment-12272
Sábado, 29 de Novembro de 2008
Sexta-feira, 28 de Novembro de 2008
Heitor Villa-Lobos (1887-1959) - Quartetos de Cordas IV | P. Q. P. Bach#comment-12181
Heitor Villa-Lobos (1887-1959) - Quartetos de Cordas III | P. Q. P. Bach#comment-12182
Arnold Schoenberg (1874 - 1951): Verklärte Nacht, Pelleas und Melisande | P. Q. P. Bach#comments
Ludwig van Beethoven (1770-1827) - Sonatas para Violino e Piano - CDs 3 e 4 - Sonate f. Klavier und Violine in A-Dur, op.30, Nrs. 1, 2 e 3, Sonata No 9 in A major op. 47 ‘Kreutzer’, Sonata No 10 in G major op. 96 | P. Q. P.
Sábado, 22 de Novembro de 2008
Ludwig van Beethoven (1770-1827) - Piano Trio In E Flat Major, Op.38 (After The Septet, Op.20), Piano Trio No.5 In D Major, Op.70 No.1 ‘Ghost’ | P. Q. P. Bach#comments
Arnold Schoenberg (1874 - 1951): Pierrot Lunaire, Ode To Napoleon | P. Q. P. Bach#comment-11872
Sexta-feira, 21 de Novembro de 2008
J. S. Bach (1685-1750) - A Paixão segundo São Lucas (apócrifa) - BWV 246 - Dos arquivos de Sóstenes | P. Q. P. Bach#comment-11832
Quinta-feira, 20 de Novembro de 2008
Arnold Schoenberg (1874 - 1951): Pierrot Lunaire, Ode To Napoleon | P. Q. P. Bach#comment-11742
Elliott Carter (1908-) - Orchestral Works | P. Q. P. Bach
Domingo, 16 de Novembro de 2008
Ludwig van Beethoven (1770-1827) - Piano Trio No.7 In B Flat Major, Op.97 ‘Archduke’, Piano Trio No.9 In E Flat Major, WoO 38, Piano Trio No.11 In G Major, Piano Trio in G major (”Kakadu Variations”), Op
Sábado, 15 de Novembro de 2008
Gustav Mahler (1860-1911) - A Canção da Terra (Das Lied von der Erde) - CD 14 de 16 | P. Q. P. Bach#comment-11496
Gustav Mahler (1860-1911) - A Canção da Terra (Das Lied von der Erde) - CD 14 de 16 | P. Q. P. Bach#comment-11464
Sábado, 8 de Novembro de 2008
Astor Piazzolla (1920-1992) - Arthur Moreira Lima interpreta Piazzolla | P. Q. P. Bach#comment-11131
Sexta-feira, 7 de Novembro de 2008
Johann Joseph Fucks, digo, Fux (1660 - 1741) - Serenada a 8, Rondeau a 7, Sonata a 4 | P. Q. P. Bach#comment-11113
Joaquim Freire - Marlos Nobre (1939) e Heitor Villa-Lobos (1887-1959) | P. Q. P. Bach#comments
Chopin, Ballades; Liszt, La Lugubre Gondole; Shostakovich, Quarteto Nº 8 - Harmonia Mundi - 50 years of music exploration - CD 27 de 29 | P. Q. P. Bach#comments
Quinta-feira, 6 de Novembro de 2008
Franz Schubert (1797 – 1828) - Fantasia para violino e piano / Sonata D. 960 - Harmonia Mundi - 50 years of music exploration - CD 26 de 29 | P. Q. P. Bach
Hector Berlioz (1803-1869): Nuits d’été / Manuel de Falla (1876-1946) - El Amor brujo / - Harmonia Mundi - 50 years of music exploration - CD 25 de 29 | P. Q. P. Bach#comment-11038
Quarta-feira, 5 de Novembro de 2008
Hector Berlioz (1803-1869): Nuits d’été / Manuel de Falla (1876-1946) - El Amor brujo / - Harmonia Mundi - 50 years of music exploration - CD 25 de 29 | P. Q. P. Bach#comment-11014
Sábado, 1 de Novembro de 2008
Sábado, 25 de Outubro de 2008
eventos
Segunda-feira, 20 de Outubro de 2008
A HISTÓRIA DO PIANO, ÉPOCAS, CONTRUTORES E VIRTUOSIS
É de Carl Phillpp Emanuel Bach a opinião sequinte que pode ser encontrada em sua importante obra didática "Ensaio sobre a maneira de tocar sobre teclados":
- "O Piano Forte é um instrumento mais recente. Ele possui muitas qualidades sonoras quando é sólido e bem construído. Tem boa sonoridade quando tocado em solo ou em pequenos conjuntos. Contudo, tocá-lo requer um estudo atento, trabalho este que não se encontra livre de dificuldades. Eu acredito que o Clavicorde, com exceção da debilidade do som, participa dos atrativos do Piano Forte e possui, além disto, as características do vibrato e do portato que eu obtenho acrescentando pressão depois de cada ataque".
Na realidade, o novo instrumento, ainda em fase de aperfeiçoamento, apresentava sérias dificuldades para os "cembalistas" e "clavicordistas" os quais ainda não dispunham dos meios necessários à solução dos problemas sonoros e psicológicos necessários a sua execução.
Por esta razão, a coexistência desses instrumentos com o Piano durou quase um século apesar dos compositores do período conhecido como Rococó (entre os quais figuravam filhos de J.S.Bach) darem maior atenção ao novo instrumento e servirem de ponte para a exploração do mesmo, tanto pelos fabricantes quanto pelos músicos do Período Clássico.
Disso resultou que nas primeiras Sonatas de Haydn pode-se ler que elas são destinadas ao Clavicembalo ou ao Piano Forte.
Da mesma forma, nos documentos existentes sobre Mozart e, sobretudo, em suas geniais aplicações musicais, pode-se observar a adoção de técnicas de escritura direcionadas ao domínio da expressividade e da virtuosidade do Piano-Forte.
Beethoven.
Em sua época, o Piano já se tinha tornado mais musicalmenmte sonoro, possibilitando maior diversidade nas combinações de diferentes timbres apesar de continuar sendo muito inferior aos Pianos de nossos dias.
Por falar em Piano e em Beethoven, ele possuiu um estranho Piano Erard que tinha quatro pedais. Os pedais eram os seguintes:"una corda", "piano"- moderador de intensidade- "ressonância" e "alaude".O pedal de ressonância era dividido em duas partes: uma delas levantava os abafadores dos sons mais graves; a outra parte os dos mais agudos. Por suas anotações, parece que Beethoven não apreciava muito essa novidade nos abafadores. Porém, foi esse Piano Erard que nos traz à compreensão que, a partir da Sonata Op53, as obras para piano de Beethoven foram compostas tendo em vista a sonoridade mais diversificada e mais forte do Erard com relação a dos Pianos Vienenses que ele possuía anteriormente.
Efetivamente, é possível que Beethoven tenha encontrado no Erard o instrumento que lhe permitiu desenvolver um virtuosismo que já não mais era voltado para os salões aristocráticos de então e sim para os espaços mais amplos dos teatros.
Beethoven era um bom pianista. Tinha muito concorrentes de igual envergadura e, mesmo, de maior pique. De fato, sua genialidade era, sem dúvida, a de Compositor.
O grande pesquisador do Período Clássico! ...extremamente ligado aos efeitos sonoros possíveis de serem obtidos do novo instrumento e, também, à busca dos meios técnicos de realizá-los.
É evidente não ser desprezível o fato de a harpa metálica do piano, bem como o escapamento duplo dos martelos só terem entrado em linha de fabricação em 1830.
Efetivamente, podemos ter uma idéia e mesmo a comprovação prática de como eram muito mais pobres as sonoridades dos pianos com harpa de madeira, que não resistiam as pressões de toneladas originadas do ajustamento do encordoamento atual. Da mesma forma, podemos testar como eram difíceis as sucessões de notas repetidas, tão a gosto dos músicos do período Rococó que provavelmente, também por isto, preferiam usar Cêmbalos e Clavicordes.
Sim! É possível tanto imaginar quanto constatar tudo isto.
Mas a superioridade de Beethoven estava, justamente, em antever e buscar, na Caixa de Pandora de seu subconsciente, os "insight" dos verdadeiros Gênios.
Vemos, portanto, como é importante (e pesquisadores se voltam para o assunto) buscar as razões pelas quais, das Sonatas de Beethoven, apenas a Op. 101 parece haver sido executada em público, em Viena, durante sua vida. Sequer ele próprio as executou em público.
Muito estranho, não?
Aliás, em seu repertório de pianísta, praticamente não figuravam obras para Piano solo.
Também é importante pesquisar as razões pelas quais as indicações de metrônomo de Beethoven são, muitas vezes, consideradas rápidas demais inclusive por grandes pianistas da atualidade. É importante porque, apesar de apreciar bastante a sonoridade mais possante do Erard (e mais tarde do eficiente e poderoso Broadwood com o qual compôs a transhumana Hmmerklavier) Beethoven não apreciava o excesso de virtuosismo. Isto tranparece claro em uma de suas cartas datada de 16 de julho de 1823, ao recusar a encomenda que lhe foi feita para que ele compusesse um "Allegro Di Bravura". Para recusá-la Beethoven escreve:
- "Devo dizer francamente que não sou muito amigo dessas coisas. Elas requerem demasiado, efetivamente demasiado mecanismo. Pelo menos as que eu conheço".
É interessante notar que Beethoven não se acanhava de designar tais formas e meios de compor como "essas coisas".
Por falar em Allegro di Bravura nos ocorre que a nomenclatura das formas musicais e a denominação específica de cada obra oferecem pistas sobre a dimensão exata dos tipos e das características das músicas que despertavam (e continuam a despertar) grande interesse do público em geral. Efetivamente, bem mais terríveis do que os Allegro di Bravura, recusado por Beethoven como sendo "essas coisas" deveriam ser as "Batalhas" que alcançaram até os tempos de Liszt.
As Batalhas eram amontoados de peças curtas para piano, misturadas a lamentações pelos mortos, imitações de tiros de fuzis e de canhões, hinos nacionais, marchas e cavalgadas, cantos de ação de graças, gemidos de agonizantes, coros de diversas naturezas, etc. etc. etc.
Pelos nomes, mesmo sem as ouvir, podemos avaliar a música que continham e compreender por que razão o grande Robert Schumann idealizou a batalha mais nobre e permanente dos "Companheiros de Davi contra os Filisteus".
Vejamos alguns nomes daquelas inacreditáveis Batalhas:
- "A Batalha de Praga", de F. Koczvara publicada em 1788 e republicada um sem número de vezes sendo citada por Mark Twain, setenta anos depois, como sendo sua obra musical favorita.
- "O Assédio de Jericó", de J. Vogler
- "A Batalha Naval e Completa Derrota da Grande Frota Holandesa", de Dussek
- "A Batalha de Trenton - Sonata Histórica", de J. Hewitt
- "A Batalha de Würzburg" de Vanhall
- "A Batalha de Navarino", de V. Dourlen
- "A Batalha deo Lago de Champlain", de F. Masie
...e um sem número de outra Batalhas e mais Batalhas...
Nesse tipo de música imitativa, Daniel Steinbelt, sempre atento aos efeitos virtuosísticos do Piano, fez enorme sucesso com uma "Tempestade" que nada deixava a dever aos furacões ou tsunami que assolam o mundo.
Foi em torno desta mesma época que as Academias estavam surgindo.
As Academias eram apresentações públicas que duravam 6 ou 7 horas.
Nessas apresentações, o Pianista Virtuosi devia sempre tocar um Concerto para Piano e Orquestra e, em seguida, fazer improvisações sobre um tema que lhe era dado na hora, pelo irriquieto público de então (que não era o mesmo dos salões aristocráticos e da alta burguesia já existente).
Nas Academias, os pianistas compositores-virtuosi de habilidades fantásticas, ainda não conseguiam apresentar-se sozinhos, uma vez que o público exigia a participação de outros instrumentistas e cantores e, ainda, a da orquestra.
Compreende-se, então, que a parte da Orquestra deveria ser extremamente simples e que o Pianista Principal deveria levar em conta a necessidade de uma escritura muito complexa e completa para o piano, retirando da orquestra qualquer partilha no discurso musical.
A tendência, portanto, era a de fazer o piano soar em toda a extensão do teclado tentando substituir, assim, o espectro sonoro da Orquestra. Era freqüente, nos cidades menores que não dispunham de meios para terem uma orquetra, que esta fosse "ad libitum". Aliás, isto alcançou até mesmo Chopin, cujo belíssimo "Andante Spianato e Grande Polonaise" pode ser executado com ou sem Orquestra, havendo diversos outro exemplos que um simples folhear de cartazer de divulgação da época registram facilmente.
É bem provável que, um pouco mais tarde, tenha sido este um dos ideais de Franz Liszt (que, evidentemente, tinha muito maior bagagem musical, domínio do instrumento e genialidade que esses compositores de Batalhas (se não me falha a memória ele mesmo compos uma) o qual, igualmente, embarcou em uma ilusão inatingível:
prescindir da orquestra e adotar o piano trabalhado em todas a sua extensão e possibilidades sonoras como seu substituto.
Ah! Os cantos das sereias... ...realmente atraem de forma compulsiva...
Com certeza isto tem o significado indubitável de explorar, ao máximo, a máquina, deixando de lado a concretização da individualização dos timbres o que significa enorme quantidade de expressividade simplesmente eliminada, exigindo, contudo, uma virtuosidade alucinante.
Contudo... ...voltemos às Academias.
Nessas, de fato, o público estava ali totalmente disposto a aplaudir o Pianista Virtuosi. Mas, igualmente, o fato de ele não poder apresentar-se sozinho indica que o público ainda não o tinha colocado no Altar.
A Música de Câmera, da mesma forma, perdeu o caráter de Câmera. Cada um dos instrumentistas era "o principal". A estrutura virtuosística para cada um deles eliminava a idéia de colaboração na obtenção de um objetivo comum.
Ao contrário, a idéia de competição era evidente. Efetivamente, era a regra.
Bem... ...mas... ...na época não havia televisão, não é mesmo?
Bem... ...ainda nem na décima parte do tema delineado e vejo que não da para publicar no blog.
Mas... ...de qualquer forma deve servir para um livro que talvez eu venha a preparar e, quem sabe, talvez consiga publicar. Também pode servir a algum curioso ou mesmo estudioso que nele venha e encontrar respostas para algumas dúvidas ou idéias.
Obrigado pela paciência se conseguiram ler.
Se encontrarem partes que achem interessantes ou da qual divirjam ou tenham dúvidas, façam comentários ou enviem questionamentos os quais serão publicados e respondidos.
Confio no critério dos amigos para fazê-lo. Obrigado.
Um grande abraço.
Edson